Doenças que são comuns em colônias de Abelhas Apis estão agora espalhando e contaminado as abelhas silvestres de acordo com a pesquisar publicada na revista Nature, umas das mais antigas e conceituada revistas científicas do mundo.

Dr. Matthias Fürst e Professor Mark Brown da (Royal Holloway University of London), trabalhando em colaboração com o Dr. Dino McMahon e Professor Robert Paxton da (Queen’s University Belfast) e a Professora Juliet Osborne trabalhando em (Rothamsted Research and the University of Exeter), dizem que a pesquisa fornece vital informações para os apicultores de todo o mundo para assegurar a gestão e suportes da populações de abelhas Apis e consequentemente das Selvagens.

Bombus Apis A equipe acredita que as doenças são transmitidas quando os insetos visitar as mesmas flores

Ao que tudo indica na pesquisa que as abelhas do género Apis estão infectando suas primas silvestres (Bombus spp.) conhecida por nós como: Mamangaba, Zangão ou Abelhão.. Onde as mesmas estão em declínio global como a especie (Bombus cullumanus) que já foram extintas, sendo a especie do género Bombus grande responsáveis pela polinização além das Apis, alertou o estudo.

Na segunda parte da pesquisa os cientistas capturaram a especie (Bombus terrestris) e também abelhas Apis melíferas num total de 26 regiões da Grã-Bretanha para ter um estudo mais preciso e examinando-as para identificar alguma infecção. E constataram ao examinarem que em cada local da coleta todas as duas abelhas tanto a silvestre Bombus terrestris como a domestica Apis melíferas, ambas tinham níveis similares dos patógenos analisados o que apontava uma conexão entre ambas abelhas.

Dr. Matthias Fürst explicou: “Um dos aspectos inovadores da nosso pesquisa é que nós mostramos que vírus deformado da asa DWV, é uma das principais causas das mortes de abelhas em todo o mundo. Este significa que o vírus está agindo como uma doença de verdade, não são apenas portadores.”

Vírus DWV deformado da asa

A vida útil de abelhas contaminadas com vírus DWV (deformado da asa) é reduzido de cerca de três semanas para dois. As abelhas são responsáveis ​​por 80 por cento de toda a polinização das culturas humanas.

A vida útil de abelhas contaminadas com vírus DWV (deformado da asa) é reduzido de cerca de três semanas para dois. Esse estudo e de grande importância pois as abelhas são responsáveis ​​por 80 por cento de toda a polinização das culturas humanas.

A pesquisa mostra que além vírus deformado da asa DWV (Deformed wing virus) o fungo parasita Nosema ceranae ambos em conjunto trazem grandes impactos negativos sobre a saúde das abelhas reduzindo ainda mais a sua vida útil.

“As Abelhas infectadas podem deixar traços de doença, como um esporo do fungo ou partícula de vírus, sobre as flores que visitam e podem infectar abelhas silvestre que as vistarem.”

Embora estudo recentes têm chegado a relato de presença de parasitas em abelhas e também em outros polinizadores, esse e o primeiro estudo para determinar a epidemiologia destes parasitas. Os estudos demonstram uma extrema necessidade de um manejo de forma a reduzir essas ameaças de doenças em nossas abelhas apis e silvestre, pois não e questão de salvar somente as abelhas e si de garantir a polinização e a sobrevivência da raça humana em todo o globo que já sofre com a escassez de alimentos.

Dr. David Aston presidente da Associação dos Apicultores britânico informou que: “Com o emprego de boas práticas de manejo os apicultores podem se unir e tomar medidas para reduzir esse grande impacto negativos desses vírus e fungos na colônias de abelhas, pentear mudanças, garantindo as colônias fortes e bem nutridas e o uso de tratamentos autorizados. ”

Mas em nota ele acrescentou: “Que os apicultores precisam de novos medicamentos eficazes e outros controles biotecnológicos para ajudar na gestão desses vírus e fungos nas abelhas e estas devem ser uma ação de alta prioridade.”

A equipe dos pesquisadores acredita que o mesmo padrão pode se encontrado em todo mundo e diz que o controle o manejo nas colmeias de abelha é vital para impedir a propagação, mas seria quase impossível medicar insetos silvestres afirmou Mark Brow.

Abelha Bombus terrestris

Os pesquisadores vão investigar se os pesticidas neonicotinóides estão desempenhando também um papel no problema.